Libertar os pensamentos
Deixá-los sair da prisão da mente
Sentir apenas, deixando-os soltos, livremente…
Sonhar acordado, realizando
Distinguir o profundo desejo do escondido medo…
Ah…Tudo ficaria lilás…
Sair do corpo
Sair da mente
Esquecer o que se tem
Esquecer o que se faz…
E tudo ficaria lilás…
Ser capaz e enfrentar
Seguir em frente sem nunca olhar para trás
Matar cada momento passado
Para viver o seguinte, no presente
Tudo ficaria lilás..
E tudo ficaria lilás…
Este é um outro lado de mim... Aquele que se questiona...aquele que duvida...aquele que sente... aquele que anda sempre em busca de mais... O meu lado humano? Emocional? Espiritual...? O que for... É aqui que "deposito" as minhas "filosofias" momentâneas... Como Ser Humano Pensante...como Ser Emocional que Sente...como Ser Espiritual que Evolui...
27 fevereiro 2009
Voltar atrás no tempo
Vou voltar atrás no tempo
E vou deixar de ser quem sou,
Vou voltar atrás no tempo
E não vou deixar que o adulto cresça
E apague a criança que fui e quero continuar a ser.
Vou voltar atrás no tempo
E reconhecer cada momento que aconteceu.
E vou voltar atrás no tempo
E tentar desaprender…
Tentar esquecer e não querer
Tudo aquilo que me foi incutido
Que de mim mesma me fez esquecer.
E vou deixar de ser quem sou,
Vou voltar atrás no tempo
E não vou deixar que o adulto cresça
E apague a criança que fui e quero continuar a ser.
Vou voltar atrás no tempo
E reconhecer cada momento que aconteceu.
E vou voltar atrás no tempo
E tentar desaprender…
Tentar esquecer e não querer
Tudo aquilo que me foi incutido
Que de mim mesma me fez esquecer.
Quem és
O que tens não te define
O que fazes não diz quem és
Quanto muito quem te rodeia a ti se assemelha
Com tantas diferenças por entre os iguais.
O que fazes não diz quem és
Quanto muito quem te rodeia a ti se assemelha
Com tantas diferenças por entre os iguais.
Ai quem me dera
Ai quem me dera pôr em prática
Tudo o que já sei na teoria,
E tornar tudo claro e consciente
O que trago guardado no meu inconsciente.
Saber poisar em terra firme
Quando alto demais eu tentar voar,
E saber quando parar
Nesta corrida do meu caminho.
Ai quem me dera um dia de cada vez
Eu saber viver,
E ser capaz de não projectar no futuro
Tudo aquilo que quero ser.
Movimento-me ao ritmo louco desta vida
Mas apenas ao meu ritmo queria dançar,
Sentir cada momento, o agora
Sem sequer me preocupar.
Ai quem me dera não me preocupar
Quem me dera com nada me importar
Quem me dera fazer tudo o que aos outros aconselho
E quem me dera ser, apenas… Ser.
Tudo o que já sei na teoria,
E tornar tudo claro e consciente
O que trago guardado no meu inconsciente.
Saber poisar em terra firme
Quando alto demais eu tentar voar,
E saber quando parar
Nesta corrida do meu caminho.
Ai quem me dera um dia de cada vez
Eu saber viver,
E ser capaz de não projectar no futuro
Tudo aquilo que quero ser.
Movimento-me ao ritmo louco desta vida
Mas apenas ao meu ritmo queria dançar,
Sentir cada momento, o agora
Sem sequer me preocupar.
Ai quem me dera não me preocupar
Quem me dera com nada me importar
Quem me dera fazer tudo o que aos outros aconselho
E quem me dera ser, apenas… Ser.
03 fevereiro 2009
O livro que hei-de escrever...
Um dia pretendo escrever um livro…
De tantas coisas que vou lendo, conhecendo, experimentando…
E não vou seguir nenhuma religião,
Nenhum estudo em particular,
Nenhuma crença,
Nenhuma filosofia…
Hei-de escrever apenas sobre o que se É.
As tantas experiências,
As tantas emoções...
Aprendizagem...reconhecimento...agradecimento...evolução!
E como tal, hei-de escrever apenas, sobre o que Sou.
E sobre o que Sou aqui entendo que todo o Ser Humano É.
Tantas culturas e religiões,
Tantos caminhos e tantos estudos,
Cursos, livros, palestras…
Tudo isso nos pode ajudar a encontrar o que procuramos é certo…
Mas nada nem ninguém o encontra por nós.
Somos nós e só nós próprios que temos a capacidade de sentir,
De conhecer, de evoluir.
Passamos a vida a atribuir o poder aos outros e às coisas,
Enquanto dentro de nós, todo o poder, toda a verdade, existe.
De tantas coisas que vou lendo, conhecendo, experimentando…
E não vou seguir nenhuma religião,
Nenhum estudo em particular,
Nenhuma crença,
Nenhuma filosofia…
Hei-de escrever apenas sobre o que se É.
As tantas experiências,
As tantas emoções...
Aprendizagem...reconhecimento...agradecimento...evolução!
E como tal, hei-de escrever apenas, sobre o que Sou.
E sobre o que Sou aqui entendo que todo o Ser Humano É.
Tantas culturas e religiões,
Tantos caminhos e tantos estudos,
Cursos, livros, palestras…
Tudo isso nos pode ajudar a encontrar o que procuramos é certo…
Mas nada nem ninguém o encontra por nós.
Somos nós e só nós próprios que temos a capacidade de sentir,
De conhecer, de evoluir.
Passamos a vida a atribuir o poder aos outros e às coisas,
Enquanto dentro de nós, todo o poder, toda a verdade, existe.
Voltar a ser....Criança
Onde está aquela criança que ria por tudo e por nada?
Que se maravilhava com os pequeninos pormenores de uma tarde qualquer?
Que saía para a rua em busca dos seus amigos?
Que cantava sem medo de que alguém a ouvisse?
Que falava com os seus amigos imaginários, sem medo de que alguém lhe dissesse que estaria louca?
Que não temia….mostrar tudo aquilo que era?
Que via mais e ouvia mais
Do que a maioria dos adultos que a cercava….
Todos fomos assim
E todos ainda somos assim.
Apenas deixámos que o adulto que cresceu em nós
Adormecesse a pequena criança - que nunca devia ter adormecido.
Quem me dera voltar a rir e a cantar
Sem medo do que possam pensar….
Voltar a ser pequena e como criança pequena o mundo admirar!
Felizmente, algumas vezes o faço, mas nem sempre…
Porque de facto as faculdades que vamos adquirindo como adultos
Vão-nos retirando as faculdades de continuar a ser...Criança!
Que se maravilhava com os pequeninos pormenores de uma tarde qualquer?
Que saía para a rua em busca dos seus amigos?
Que cantava sem medo de que alguém a ouvisse?
Que falava com os seus amigos imaginários, sem medo de que alguém lhe dissesse que estaria louca?
Que não temia….mostrar tudo aquilo que era?
Que via mais e ouvia mais
Do que a maioria dos adultos que a cercava….
Todos fomos assim
E todos ainda somos assim.
Apenas deixámos que o adulto que cresceu em nós
Adormecesse a pequena criança - que nunca devia ter adormecido.
Quem me dera voltar a rir e a cantar
Sem medo do que possam pensar….
Voltar a ser pequena e como criança pequena o mundo admirar!
Felizmente, algumas vezes o faço, mas nem sempre…
Porque de facto as faculdades que vamos adquirindo como adultos
Vão-nos retirando as faculdades de continuar a ser...Criança!
Normal
O que é ser…..normal...?
Alguém me disse que eu não sou normal….
Porque sou…..diferente….!!!
Porque me interesso por outras coisas que não as banais, do dia-a-dia….
Porque não vejo notícias….
Porque não leio jornais….
Porque não ambiciono um melhor carro
Ou não temo a idade e não ter ainda uma família….
Por fazer viagens a sítios não descobertos
Ou por querer apenas, descobrir….
Por fazer tantas coisas, ditas diferentes,
E tantas outras, querer experimentar…
Bom…depende do conceito de normalidade de cada um….
Poderão ser eles, os que me chamam de diferente,
Os que não serão normais?
Pelo menos para mim….poderia assim o dizer.
Mas nem isso direi…
Porque somos, apenas, diferentes.
O meu conceito de felicidade não tem de ser igual ao de ninguém.
A minha busca não tem de ser direccionada para a ambição de tantos outros.
O meu destino não tem de ser igual ao de tantos outros.
O que é ser normal?
Estará escrito em algum lugar?
Definido como se deve ser, sentir, viver?
E se estiver?
Deveremos segui-lo?
Seguir essas palavras, de outro alguém?
Sem nos importarmos se isso nos faz, realmente, felizes?
Todo o indivíduo tem o direito de ser, o que apenas, é.
Com as suas diferenças, com as suas crenças, com os seus medos e com as suas vontades.
Todos temos o direito de Ser, apenas, sendo,
Sem seguir nenhuma leitura
Sem seguir nenhuma cultura
Sem nos submetermos a algo que alguém define como, ser normal.
Alguém me disse que eu não sou normal….
Porque sou…..diferente….!!!
Porque me interesso por outras coisas que não as banais, do dia-a-dia….
Porque não vejo notícias….
Porque não leio jornais….
Porque não ambiciono um melhor carro
Ou não temo a idade e não ter ainda uma família….
Por fazer viagens a sítios não descobertos
Ou por querer apenas, descobrir….
Por fazer tantas coisas, ditas diferentes,
E tantas outras, querer experimentar…
Bom…depende do conceito de normalidade de cada um….
Poderão ser eles, os que me chamam de diferente,
Os que não serão normais?
Pelo menos para mim….poderia assim o dizer.
Mas nem isso direi…
Porque somos, apenas, diferentes.
O meu conceito de felicidade não tem de ser igual ao de ninguém.
A minha busca não tem de ser direccionada para a ambição de tantos outros.
O meu destino não tem de ser igual ao de tantos outros.
O que é ser normal?
Estará escrito em algum lugar?
Definido como se deve ser, sentir, viver?
E se estiver?
Deveremos segui-lo?
Seguir essas palavras, de outro alguém?
Sem nos importarmos se isso nos faz, realmente, felizes?
Todo o indivíduo tem o direito de ser, o que apenas, é.
Com as suas diferenças, com as suas crenças, com os seus medos e com as suas vontades.
Todos temos o direito de Ser, apenas, sendo,
Sem seguir nenhuma leitura
Sem seguir nenhuma cultura
Sem nos submetermos a algo que alguém define como, ser normal.
Tarde de inverno
Estou fraca…
Sinto pouca energia e a que me resta, leva-me a rebolar no sofá…
Está escuro…
A chuva persegue os meus dias, as minhas horas…os meus minutos…
Preciso de sol…
Mas nada disto me tira a bagagem que já trago, aqui dentro…
Nada disto me tira o conhecimento já adquirido
Ou as experiências já vividas…
E continuo a procurar….
Agora não tanto nos outros, nas coisas, lá fora…
Mas cá dentro…
Continuo aberta para o que vier…
Continuo pesquisando os meus interesses…
Continuo estudando e questionando
Sempre buscando mais respostas…
Agora não com tanta sede ou com tanta pressa…
Agora focalizando-me mais no que é meu…
Continuando a busca pela verdade sim,
Mas pela minha verdade e não a do outro.
Estou fraca,
Mas sei que a minha força existe.
Rebolo no sofá
Mas sei que vou voltar a caminhar pela natureza…
Está escuro,
Mas hoje já sei o que me ilumina.
Chove tanto…
Mas parece que a chuva não me incomoda mais…ou não tanto como dantes….
Preciso de sol…
( E lá isso preciso…tenho saudades dele! )
Mas a luz….
A verdadeira luz vem de outro sítio que não dos raios solares numa tarde quente de verão.
Sinto pouca energia e a que me resta, leva-me a rebolar no sofá…
Está escuro…
A chuva persegue os meus dias, as minhas horas…os meus minutos…
Preciso de sol…
Mas nada disto me tira a bagagem que já trago, aqui dentro…
Nada disto me tira o conhecimento já adquirido
Ou as experiências já vividas…
E continuo a procurar….
Agora não tanto nos outros, nas coisas, lá fora…
Mas cá dentro…
Continuo aberta para o que vier…
Continuo pesquisando os meus interesses…
Continuo estudando e questionando
Sempre buscando mais respostas…
Agora não com tanta sede ou com tanta pressa…
Agora focalizando-me mais no que é meu…
Continuando a busca pela verdade sim,
Mas pela minha verdade e não a do outro.
Estou fraca,
Mas sei que a minha força existe.
Rebolo no sofá
Mas sei que vou voltar a caminhar pela natureza…
Está escuro,
Mas hoje já sei o que me ilumina.
Chove tanto…
Mas parece que a chuva não me incomoda mais…ou não tanto como dantes….
Preciso de sol…
( E lá isso preciso…tenho saudades dele! )
Mas a luz….
A verdadeira luz vem de outro sítio que não dos raios solares numa tarde quente de verão.
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